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Juntado com fé, casado é?

Redação Sem Frescura • qui, 12 jun 2008 • Editoria: Amor & Sexo
Raphaela Cunha

Carolina não imaginava que se casaria com um aluno

Você e seu namorado pretendem ficar mais tempo juntos, descobrir que nasceram um para o outro, compartilhar alegrias e tristezas e as contas no final do mês. Para muitos casais, iniciar a vida a dois pode ser um sonho. A idéia de juntar as escovas de dente parece perfeita. E assim foi para a professora de inglês Carolina Dias, 25 anos, que não pensou duas vezes ao aceitar o pedido de casamento de seu namorado, Fabrício Leite.

Carolina conta que se conheceram na escola onde ela dava aulas de inglês. Porém nunca imaginava que o amor de sua vida seria um aluno. Ela conta que quando deixou de dar aula para Fabrício, ele conseguiu o MSN dela. Desde então, não pararam de trocar mensagens. “Em outubro o convidei para minha festa de aniversário. Foi lá que ficamos juntos e estamos até hoje”. Pouco mais de um ano de namoro, Carolina sentiu a necessidade de oficializar a união. O casamento foi a maneira que encontraram de dividir a felicidade com a família e amigos.

Casos como esse confirmam o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A pesquisa aponta que o número de casamentos realizados no Brasil cresceu no último ano. Foram registrados 889.828 casamentos civis no país, número 6,5% maior que em 2006. O Instituto também divulgou que este crescimento vem sendo registrado desde 2002. Os pesquisadores do IBGE calcularam a idade média do primeiro casamento que, para os homens, é de 28,3 anos e, para as mulheres, de 25,4 anos.

União que é reconhecida por lei

Por outro lado há quem prefira jogar para escanteio toda a burocracia dos papéis e juntar logo os trapos. É o caso da estudante Juilie Anne Nápoles, de 23 anos. Há sete anos, ela e seu namorado decidiram morar juntos. A decisão foi tomada dois anos depois que Leandro Silva a pediu em namoro. Ela conta que todas as vezes que saíam para namorar era sempre a mesma coisa: “freqüentemente, ele dormia em minha casa, até que um dia se mudou de vez e começamos a morar juntos”, conta.

Para Juilie a experiência de morar sob o mesmo teto e compartilhar as tarefas não difere da rotina de um casamento. “Moro junto, mas me considero casada. Morar junto é dividir emoções, é como se fossemos casados, só que não é oficializado”, diz. Para completar a vida de casal, em 2005, um exame de sangue confirmou que Juilie estava grávida. “Não era o que esperava no momento, mas aceitei e amei o meu filho desde o primeiro momento que soube da sua existência”.
De acordo com a Constituição Federal, uniões como a de Juilie, são reconhecidas pela lei e denominadas como união estável. Segundo a legislação tudo o que o casal adquirir depois de viverem sob o mesmo teto por três anos, pertence aos dois e deve ser dividido igualmente em caso de separação. Para tornar oficial o relacionamento, a Justiça aceita testemunhas, inscrição como dependente no imposto de renda e até contas em banco como evidências de uma vida a dois.



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Muito interesante o site de vcs… E essa matéria é fantástica, afinal o grande amor pode estar em qualquer lugar…

Casamento é assim: quem está dentro quer pular fora, e quem está fora quer entrar. Brincadeirinha! Tem muita gente casando. E separando?

Adorei o site de vocês! É moderno, cheio de reportagens interessantes e atuais, além de ter um visual pra lá de elegante!
Parabéns pelo trabalho que estão fazendo!

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