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Confissões on line

Redação Sem Frescura • sáb, 14 jun 2008 • Editoria: Comportamento
SXC

Com medo da rejeição, há quem prefira desabafar com amigos virtuais

A internet é o ponto de encontro para conversas. Não importa quem está do outro lado da tela, o lema é desabafar. Muitos jovens preferem trocar confidências e dividir os problemas com pessoas que nunca viram na vida. Pode ser mais fácil desabafar com desconhecidos. Você se sente melhor depois da conversa e ainda não tem medo de ser honesto com quem está do outro lado, pois não tem nada a perder ao pedir um conselho ou confessar algo a quem nunca viu.

Foi por meio do MSN que a estudante Nathália Medeiros, 20 anos, encontrou quem a ouvisse. Ela conta que, desde que teve acesso à rede, pede conselhos a um amigo virtual sempre que se sente sozinha. Ela diz que, às vezes, precisa compartilhar o que sente com pessoas diferentes do seu ciclo de amizades. “É uma necessidade conversar com outras pessoas, e a internet possibilita uma comunicação mais fácil”. Atualmente ela tem dois amigos virtuais. “Converso com eles todos os finais de semana, e sempre me dão conselhos do que devo fazer. E eles também me contam um monte de coisas”.

O aprofundamento das relações virtuais, a necessidade de escutar opiniões além das de seu próprio grupo de convívio está cada vez mais presente no dia-a-dia dos jovens. Segundo o psicólogo André Diniz, essa geração está cercada de medos, tabus e conflitos e usam a web como um meio de se relacionar. “A internet facilita o sentimento real e sem julgamentos, principalmente da família”, afirma.

O psicólogo diz que a utilização da tecnologia aumenta a auto-estima do jovem. Mas chama atenção, pois este é o momento em que não passam por nenhum tipo de repressão dos pais. O meio virtual pode facilitar o convívio com as diferenças, o que na vida real poderia ser diferente. “A internet não é um refúgio, ela trouxe características diferentes para conviver com as pessoas”, diz. André conta que essa atitude dos jovens pode se tornar um problema quando exageram no uso da internet e deixam de conviver com os amigos da vida real. Uma boa opção para quem precisa escutar um conselho é ligar para aquele amigo que sempre te ouve!



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Sério, praticamente me enxerguei nessa reportagem. Tenho alguns amigos virtuais há mais de seis anos e os considero como se fossem aqueles que estão do meu lado no dia-a-dia. Sem aquela necessidade desenfreada de ter que conhecê-los pessoalmente, entende? Foi uma amizade criada ali, que funciona muito bem ali e que, por conveniência, deve permanecer ali. Mas é só uma amizade, não um refúgio. Abs!

Olá Fernando… É isso mesmo!!! A Internet não é, necessariamente, um refúgio… Ela é um novo espaço onde podemos sim nos relacionar…
Se as atividades realizadas na internet são produtivas, nos deixam feliz e não prejudicam outras pessoas, é sinal que estamos sabendo utilizar essa ferramenta a nosso favor!!!

Naveguemos no mundo virtual!!!
Abraços
André Diniz

Atualmente está muito difícel para mim! O problema é que não gosto mais de ficar com meu marido. De uns dias para cá, parou de me cobrar e estamos somente morando em nossa casa com nosso filho, 6 anos. Estou muito chateada, porque acho que esse casamento se desgastou, não tem saída! Quero, na verdade, me separar. Minha mãe, pelo que percebo, não aceita porque tenho filho. Nem quer saber! Estou muito angustiada.
Um fato novo que me intrigou, há uma semana atrás, senti uma forte atração por outra pessoa, que estou tentando esquecer, porque sinto-me suja!

Não entendo porque as pessoas não aceitam a separação de um casamento!

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