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Intercâmbio: viagem, trabalho, estudo e diversão

Redação Sem Frescura • sex, 13 jun 2008 • Editoria: Comportamento
Arquivo pessoal

Mais do que aperfiçoar o inglês, Mariana ficou mais autonoma depois da viagem para os EUA

Imagine só fazer uma viagem para o exterior. Conhecer outra cultura, outra paisagem, outras pessoas, treinar o inglês e até ganhar dinheiro. Gostou da idéia? Então, que tal pensar em fazer um intercâmbio educacional? Alguns estudantes brasileiros, em todos os níveis de formação, viajam para o exterior em busca de uma formação diferenciada. Os estudantes do ensino médio geralmente recorrem às agências particulares de intercâmbio. Já quem está na faculdade ou faz pós-graduação, mestrado ou doutorado, procura viajar pelos convênios oferecidos pelas próprias faculdades.

A estudante Mariana Barros voltou recentemente da Califórnia, nos EUA. Ela que já havia morado por lá durante seis meses, sentiu a necessidade de voltar e treinar o inglês. Além de retornar ao Brasil com um ótimo nível de conversação, ela destaca um aprendizado que vai muito além do idioma. “O objetivo do intercâmbio, além de praticar mais o meu inglês, era viajar com os meus amigos e ter a experiência de morar só e me tornar mais independente. Cresci muito e aprendi a me virar sozinha”.

Alguns programas oferecem a possibilidade do intercambista trabalhar. “No programa Au Pair, por exemplo, meninas de 18 a 24 anos trabalham como babás. Outros planos dão a oportunidade de estudar, além do idioma, outros cursos e pós-graduações e especializações”, explica Natália Viganó, da IE Intercâmbio. Inicialmente, os estudantes de intercâmbio ficam hospedados em casas de famílias, que cobram taxas bem mais baratas que os hotéis. As agências de intercâmbio geralmente negociam os preços. “Há outras cobranças, como taxa de matrícula na instituição de ensino e plano de saúde obrigatório. As passagens e a taxa de embarque são por conta do estudante”, acrescenta Natália.

Quando há convênios com faculdades, o estudante pode fazer matérias equivalentes na outra instituição de ensino do exterior. Nesse caso, é melhor verificar direitinho como funciona esse programa dentro da sua instituição. Outra possibilidade é fazer um estágio no exterior, o que conta positivamente em qualquer currículo. Mas atenção: nem sempre são remunerados. Já os Jobs são programas em que o estudante já vai com emprego garantido durante as férias universitárias. Avalie qual é a melhor opção e embarque nessa!

Requisitos

Alguns programas de intercâmbio exigem do candidato alguma experiência: no caso do Au Pair, por exemplo, as meninas já dever ter tido experiência em cuidar de crianças e ter carteira de habilitação. Outros, como as vagas para estagiários e trainees, exigem um bom nível de conversação além de um largo conhecimento cultural e da área de atuação. Quer saber um pouco mais? A Universia dá orientações super interessantes para quem vai fazer intercâmbio, além de manter o estudante interessado informado sobre as novidades do setor.



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Excelente matéria! Parabéns!

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