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Democracia em forma de calças

14 jun

Levis/divulgação

ALevis foi a pioneira na produção de calça jeans, hoje ela possui milhares de modelos em todo o mundo

Atire a primeira pedra quem não tem uma peça da velha e boa calça jeans no guarda-roupa. O jeans foi uma maneira criativa que o alemão Levi-Strauss teve para ganhar dinheiro. Ele começou a vender lona feita a partir deste material para operários das mineradoras da Califórnia fazerem tendas e cobrir carroças. As vendas do tecido caíram e Strauss teve que dar um jeito de acabar com o estoque. Em 1873, ele decidiu então fazer calças e macacões com o resto: sucesso garantido, pois o material resistente era ideal para as condições de trabalho na mina. Na década de 1950, os atores James Dean e Marlon Brando desvincularam o jeans da imagem dos mineradores, tornando-o um produto pop.

Atualmente o jeans é o ícone da moda mais democrático. Todos os dias surgem novos modelos, aplicações, cores e lavagens. O primeiro estilista a colocar uma peça em jeans na passarela foi Calvin Klein, na década de 70. A partir daí as calças jeans começaram a invadir as ruas. Mas nem todas as calças podem ser usadas por qualquer mulher, diz o consultor de imagem pessoal, Eduardo Carvalho.

Ele chama atenção às diferentes cores e texturas que o jeans pode ter. Dependendo do corpo da mulher, o jeans pode proporcionar diferentes resultados. A calça de cós baixo, por exemplo, desvaloriza a mulher brasileira, que tem os quadris largos. O consultor também enfatiza que tudo fica bem com um belo par de jeans, desde que se tenha senso crítico e estético. Antes de vestir a calça jeans, ele aconselha analisar o lugar onde está indo, quem estará no local e o que ela quer destacar.

Magrinhas X Gordinhas

O filme “Quatro Amigas e um Jeans Viajante” conta a história de quatro amigas adolescentes, que se conhecem desde a infância e pela primeira vez decidem passar as férias separadas. Pouco antes de viajarem, elas encontram um jeans e, apesar delas terem tipos físicos diferentes, a peça cabe em todas elas. Que bom seria se pudéssemos encontrar uma calça jeans mágica assim, não é? Se o seu problema é a famosa gordura fora do lugar ou a falta dela, Eduardo Carvalho tem as dicas.

Ele explica que as mulheres magras devem usar as calças menos ajustadas ao corpo, pois são as que ajudam a dar o efeito de pernas mais grossas. “Calças do tipo oversizes (de tamanho exagerado) e com algum tipo de detalhe criam a ilusão de volume, perfeito para mulheres magrinhas,” destaca. Ele completa que botões grandes, bolso faca (aqueles que compõem a calça na frente), e o bigode de gato (aquelas marcas horizontais na altura dos quadris), também são ótimos artifícios.

Já calças jeans escuras, sem detalhes e com bolsos discretos, são uma ótima opção para quem deseja disfarçar aquela gordurinha, pois alongam e afinam a silhueta. “O corte da calça deve ser reto e principalmente, o tecido deve conter elasticidade sem ser colado ao corpo” destaca o consultor. Ele também explica que as calças com detalhes de lavagem mais clara nas coxas dão a impressão de que são mais grossas ainda. Seja cheinha ou magrinha, o sucesso está na escolha certa para o seu tipo de corpo.


O que é a cara do inverno 2008

14 jun

O frio está chegando e com ele a moda traz não só novidades nas roupas, mas também na maquiagem. O legal é que no inverno 2008 a mulher pode tudo! É isso mesmo, vários estilos são permitidos nessa estação, inexistindo um único look de maquiagem. Não há certo ou errado, desde que o bom senso predomine. Algumas dicas do que entra:

Pele: a cobertura da pele na make de inverno deve ser o mais natural possível (estilo ‘nude’). Você deve apresentar aquela pele de bebê, sem parecer que está de base. Para isso, use um produto bem fininho, e aplique com os dedos.

Batom vermelho: ele vem retomando seu lugar aos poucos (a mulher brasileira parece temer essa cor nos lábios), mas é moda e demonstra muita personalidade e estilo por quem usa.

Sugestão: prepare a pele com uma base e corretivo e deixe os olhos bem suaves, para não ficar um look muito pesado.

Delineador líquido: ele vem com força total no estilo da famosa cantora Amy Winehouse, ou seja, um traçado grosso, que aparece.

Sugestão: delineador é para as mais novinhas, que não tem excesso de pele nas pálpebras ou os famosos pés de galinha e pálpebras caídas, ok?

Olhos: bem esfumados, escuros. A sombra preta e marrom chocolate ganham um espaço de destaque nesse inverno. Lembre-se: se ousou no olhar, os lábios devem ser mais neutros, para evitar um visual muito pesado.

É fundamental que, nesse mar de tendências, você encontre seu estilo e não tenha medo de ousar, sempre com elegância e observando a ocasião, roupas, acessórios e o mais importante: sua idade.

Andrea Azevedo é Consultora de Imagem, pós-graduada em Design de Moda. Ela também tem um blog, o Andrea Azevedo Consultoria e Imagem.


Tudo no lugar

14 jun

SXC

Para dar textura no cabelo, o indicado é a mousse

Nada pior que, no meio de uma balada ou evento, ver seu cabelo se desmanchando todo. Para evitar que o trabalho do seu cabeleireiro se estrague antes do final da festa, há diversos produtos disponíveis no mercado que ajudam a fixar, diminuir o frizz e até a tratar do cabelo. Mas com tantos finalizadores disponíveis, qual usar para cada caso? Qual é o ideal para cada tipo de cabelo?

Cabeleireiro de longa data, Gilmar Braga diz que não há como fazer um penteado que dure dispensando o uso dos finalizadores. “Cabelos muito trabalhados, como os penteados de noivas, tem que usar muito finalizador. Fatores como sol, vento, chuva, e suor estragam qualquer look”. Não tenha medo de usá-los: seguindo as dicas corretas do fabricante, você poderá se acabar na festa e continuar com os cabelos lindos.

Gel
O gel é o mais indicado para cabelos curtos e repicados, pois modela o penteado em um formato específico e com efeito molhado. O produto deve ser aplicado nos fios úmidos. E atenção: não use os que têm álcool em sua formula, pois ressecam os fios.

Mousse
Existem diversos tipos de mousse. Para cachos ou lisos, o produto dá brilho e uma boa maleabilidade aos fios “A mousse também é usada para preparar um penteado. É só aplicar antes de secar e colocar os bobs, por exemplo. E o resultado é ótimo porque a mousse ajuda a dar textura no cabelo, facilitando na hora de elaborar o penteado, além de ajudar a fixar”, explica Gilmar.

Para quem quer dar volume aos lisos, há mousses que garantem o efeito. O produto deve ser aplicado no cabelo úmido, antes de escovar. O cabeleireiro dá uma dica preciosa para manter o cabelo arrumadinho por mais tempo. “Evite passar as mãos nos cabelos. O suor tira o produto, e aí espeta tudo!”. Contenham as mãozinhas, meninas!

Pomada ou gloss

Quem gosta de um efeito arrepiado, moderno, meio estilo londrino, esse produto é o ideal. Há dois tipos de pomada, a seca e a molhada. “A pomada seca é para quem tem cabelos lisos e oleosos. Já a pomada molhada indicada para cabelos encaracolados e ondulados. Tem ainda uma versão em spray, que faz maravilhas para quem tem o cabelo liso, fino e em pouca quantidade”, explica.

Para aplicar, espalhe o produto nas palmas das mãos e passando mecha por mecha, com os cabelos secos. Cuidado: use em pequenas quantidades, para que os fios não fiquem com aspecto pesado. Quem tem cabelo oleoso, é melhor evitar. As adeptas de escova e chapa têm um aliado: as novas fórmulas, com componentes termoativos, garantem brilho mais duradouro. E não exagere: pomada demais no couro cabelo dá aspecto de sujo e, para lavar, só com muita água e xampu anti-resíduos.

Spray fixador

A evolução do antigo laquê, o spray deixa os fios no lugar, sem o aspecto de “duro”. Existem versões de fixação suave, média e forte, dependendo da sua necessidade. Cabelos presos devem receber uma fixação média ou forte, para se manter no lugar o tempo necessário. Já um cabelo com cachos, é recomendável uma fixação suave, que não deixa o cabelo duro.

Cuidados extras

Esses cosméticos hoje não danificam os cabelos como os de antigamente. A indústria cosmética evoluiu, e os finalizadores atuais até tratam dos cabelos, hidratando-os durante o período de permanência nos fios. Entretanto, fique atenta para não passar os produtos no couro cabeludo: eles podem provocar seborréia, caspa e até irritações.

Gel

-Advance Techniques Styling gel modelador para cabelo Avon – 150 g – R$ 11,00

-Gel Mega Hold Max Control Styling Vital Care – 340 g – R$ 19,90

-Gel modelador de fixação média Joico – 150 g – R$ 49,00

Mousse

-Universal Solution mousse modelador O Boticário – 150 ml – R$ 24,90

-Brit Style – Moussing Wax Graham Webb – 150 ml – R$ 47,90

-Mousse Extra Body modeladora Vital Care – 340 g – R$ 35,90

Pomada e gloss

-Universal Solution pomada para cabelos O Boticário – 80 g – R$ 39,90

-Styling pomada creme anti-frizz Vizcaya – 35 g – R$ 17,90

-PalmadeTexturize Shine Define – 150 g – R$ 80,90

-Brilliant Brunette Shine Shock Leave-on Perfecting Glosser – gloss sem enxágüe John Frieda – 68 g – R$ 45,90

Spray

-Spray fixador extra-forte formulado com hidratantes da proteína da seda, Helen Curtis – 198 ml – R$ 34,90

-Frizz-Ease Moisture Barrier Firm-Hold Hairspray John Frieda- 56 g – R$ 15,90

-Advance Techniques Styling spray fixação suave para cabelo Avon – 150 g – R$ 12,00


Peles e cabelos mais do que vivos no inverno

14 jun

SXC

Hidratação é a palavra chave para manter sua pele e seus cabelos lindos durante o inverno

Parece até um mantra repetido por especialistas em cabelos e pele quando o assunto é cuidados no inverno: hidratação, hidratação, hidratação… É meio batido, mas é o que vale. Depois de um verão intenso, seus cabelos e sua pele merecem uma boa recuperação. Além dos reparos, é preciso também cuidar dos males que chegam com o inverno. O Sem Frescura preparou um guia de cuidados essenciais durante o inverno para você chegar ao verão com cabelos e pele bem cuidados.

Pele

O vento frio, a baixa umidade e o banho quente são os grandes vilões da saúde da pele. A dermatologista Lígia Colucci diz que as reclamações dos seus pacientes são as mesmas, toda vez que os termômetros abaixam: descamações, ressecamento e, no caso das peles oleosas, aumento da oleosidade e de acnes. As espinhas podem aparecer até mesmo em quem tem pele seca. “Mesmo com o frio, aconselho a reduzir a temperatura dos banhos. Mas se for inevitável tomar uma ducha quentinha, que seja por pouco tempo. E logo após, hidratante, de preferências os higroscópicos, que retém água”, diz a dermatologista.

Para as peles oleosas e acnéicas, produtos hidratantes oil free ou em gel são recomendados. As esfoliações devem ser feitas com menos freqüência, no máximo uma vez por semana. Para limpeza, utilize um sabonete apropriado para o seu tipo de pele e use um tônico sem álcool ou uma loção micelar, que agride menos. Em seguida, aplique o hidratante e não se esqueça do filtro solar.

Cabelos

O aumento da caspa e da seborréia é outro fator que faz com que aumente a procura pelos consultórios dermatológicos. A oleosidade dos cabelos e a água quente contribuem para piorar o quadro de quem já sofre desses problemas. “O ideal é lavar os cabelos com água morna, quase fria. Quente, jamais. E lembrar de retirar todo o condicionador dos cabelos. O excesso do produto no couro cabeludo aumenta em muito a quantidade de caspa”, recomenda a dermatologista Lígia Colucci.

Se os cabelos estiverem ressecados, use condicionadores sem enxágüe ou leave-in, mas tomando o cuidado de não passar na raiz dos cabelos. O xampu anti-resíduos deve ser usado quinzenalmente, e faça uma boa hidratação toda semana. A dermatologista dá uma dica: “troque o xampu e o condicionador a cada três meses no máximo, pois o cabelo se acostuma com a fórmula e os efeitos que os produtos prometem não acontecem mais”.

Recomendamos

Pele:

- Sabonete para pele oleosa Anna Pegova 75 g – R$ 44,90

- Gel purificante de limpeza profunda Pure Zone L’Oreal 200 g – R$ 17,90

- Hidratante com FPS 15 Neutrogena 118 ml – R$ 59,90

- Tônico suave para a pele oleosa Nivea Visage 200 ml- R$ 19,90

- Sabonete B-Clean Thermal Biomarine 150 ml – R$ 59,90

- Creme facial de hidratação profunda com FPS 15 Avon Solution Hidra-Radiance 50 g- R$ 16,00

- Loção micelar Desmaq SBBPharma 200 ml – 12,36 € (vendas pela internet no site SBBPharma )

Cabelos

- Máscara intensiva Hydra Care Vizcaya 200 g – R$ 21,90

- Leave-in Belancio Ga.ma Italy 120 ml – R$ 12,90

- Máscara hidratante Alfa Hidroxi Ácidos de Frutas Phytorevive 220 g – R$ 24,90

- Mácara para cabelos Colágeno e Elastina Natural com Vitamina A Phytoervas 150 g – R$ 19,90

- Creme para pentear Maxx Hidratação Wellapon Wella 230 g – R$12,90

- Máscara para os cabelos Manteiga de Cupuaçu Barro Minas 500 g – R$ 13,00


O sexo e a moda

14 jun

O sexo mais esperado pelos fashionistas finalmente chegou às telas. Longe uma modalidade de exibição pública, falo do filme que tem a moda como personagem principal: Sex and the city. Óbvio, mas necessário. Até mesmo porque a figura que interpreta a protagonista mais querida das mulheres loucas por vestidos – Sarah Jessica Parker – é também alvo de crítica de uma enorme parcela masculina heterossexual. Esse fato, por si só, nos leva a questões que rondam a moda contemporânea, assim como suas marcas profundas nas formas de sociabilidade. Vamos a elas:

Questão 1: A revista “Maxim”, de apelo bem “macho”, recheada de beldades curvilíneas em poses convidativas, elegeu nossa querida Carrie como a mulher menos sexy de todos os tempos. Invejada pelas mulheres (e exaltada pelas publicações especializadas que as atingem) e criticada pelos homens (naqueles veículos que exaltam testosterona), Parker se torna uma metáfora para idéia de moda de vanguarda: é lindo para os olhos – aqueles mais treinados -, mas incômodo para a grande maioria das pessoas. Como a moda, hoje mais do que nunca, pressupõe uma enorme dose de massificação, tudo aquilo que parece a frente demais do tempo presente incomoda. E o faz porque é diferente. É quase como se, ao contrário do mundo das artes, o design de moda não pudesse olhar para frente, redudando infinitamente a idéia de presente contínuo. O que nos leva ao ponto seguinte…

Questão 2: As mulheres a adoram (na verdade, adoram as produções da stylist Patricia Field) porque tudo parece possível naquele corpinho mignon. Couture encontra peças de liquidação na maior tranqüilidade, sapatos grifados dão vida a peças de brechó, bolsas insanas caem como uma luva. Funciona na vida estetizada em Nova Iorque, funciona no tapete vermelho. Mas e na vida comum da grande maioria das espectadoras? Lembremos que vestimo-nos para o olhar alheio. E que esse tipo de argumento nada tem a ver com uma submissão feminina. É mais complexo: uma vez que qualquer inscrição sobre o corpo comunica e para a comunicação é necessário, no mínimo, dois, a roupa está sobre a pele para dizer algo à mirada do outro. E é aí que a massificação entra novamente: a maioria das pessoas busca aceitação alheia. E parece que, para os não iniciados no mundinho fashion, o excesso de Mrs. Bradshaw soa como a mais agressiva feiúra. É como se a mesmice fosse desejável porque é segura. Triste, mas verdadeiro.

Para quem não tem medo da desaprovação, “O sexo e a cidade” é uma aula de estilo. Ou, na pior das hipóteses, uma enorme diversão.

Carla Mendonça é mestre e doutoranda em Comunicação Social, professora, membro do conselho editorial da revista Dobras e co-autora do livro “Moda e Corpo: por uma compreensão do contemporâneo”

Primeira vez sem pressa

14 jun

Arquivo pessoal

Aos 21 anos, Thalita espera pela pessoa ideal

A primeira vez na vida de tudo para todo mundo é complicada, principalmente quando a estréia é na cama. Alguns fazem essa descoberta cedo, ainda na adolescência. Outros já preferem esperar mais alguns anos. A estudante Thalita Monteiro, 21 anos, afirma que é virgem por que acredita que não encontrou nem a pessoa e nem o momento ideal. “Dizem que eu sou careta, que estou fora da minha época, mas eu não ligo, não vou fazer isso só pra ser igual às outras meninas da minha idade”, diz.

O psicólogo, especialista em sexualidade humana, Maurício Santos, explica que muitas mulheres têm a preocupação de se preservarem e que esta atitude pode ser resultado da educação que recebem e do ambiente onde vivem. Muitas vezes, a garota deve viver em um meio onde se manter virgem é um valor importante, por isso tem que ser respeitada. Mas o psicólogo alerta que a virgindade não é só uma opção. “Ser virgem pode ser um bloqueio, uma dificuldade que a mulher tem e que tem que ser tratada com terapia”, completa.

Nunca se esqueça da camisinha

A pesquisa The Face of Global Sex 2007 – First sex: an opportunity of a lifetime (Primeira relação sexual: uma oportunidade para toda a vida) realizada por um fabricante de preservativos com 26 mil entrevistados de 26 países, aponta que o Brasil é onde os jovens perdem a virgindade mais cedo. A idade média é de 17,4 anos, ficando atrás apenas da Áustria, que ocupa o primeiro lugar, com 17,3 anos.

De acordo com o levantamento, 47,9% dos entrevistados usou preservativos na primeira relação sexual. No entanto, um dado surpreendente é que a população com maior renda usa menos preservativo na primeira relação sexual, apenas 36,5% dos entrevistados das classes A e B usaram camisinha durante o ato, enquanto nas classes mais humildes esse número foi de 43,2% e na classe média, de 53,4%.

O cientista em Saúde Pública Miguel Fontes, coordenador da pesquisa no Brasil, declarou que, diante dos resultados, a preocupação é que os brasileiros associam os preservativos à prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e não como método contraceptivo. Miguel Fontes também revelou que os jovens do Brasil são os que mais têm lembranças positivas da primeira vez. “Esse é um dado positivo e contrasta com os resultados de países como o Japão, que ficou em último lugar nesse item da pesquisa”, completa.



Gata de botas (de borracha)

14 jun

Pucci/divulgação

Grifes de luxo, como a italiana Pucci, também entraram no ritmo das galochas

Elas fazem parte do uniforme de açougueiros, funcionários da limpeza e mineradores. E, nos anos 80, usávamos nos dias chuvosos. A galocha ganhou uma repaginada e voltou com tudo para inverno 2008. As novas botas de chuva são ultracoloridas e estampadas. O sucesso é tanto que grifes de luxo como Burberry, Gucci e Marc Jacobs calçaram a tendência. No Brasil várias marcas também entraram no ritmo lançando modelos. A Melissa aposta nos tons mais sóbrios, típicos do inverno. A Cosse tem modelos listrados, bicolores e com estampa de pele animal. A Farm fez uma parceria com a Sete Léguas, produtora de galochas profissionais há 40 anos, e lançou estampas psicodélicas.

Mas antes de compor o seu look, lembre-se: é preciso ser cautelosa para não estragar a produção. “O brilho e a cor da galocha podem brigar com a roupa”, alerta a consultora de moda Júlia Moraes. “Para não se arriscar, uma saída é usar peças lisas e menos coloridas”, completa. A consultora sugere combina-las com calça skinny ( colada da cintura até o tornozelo) ou com legging. Saias, shorts, macaquinhos e vestidos também são bem-vindos. Vale usar de dia, de noite, com ou sem chuva.

A culpada por esse retorno é da modelo Kate Moss. A rainboot virou sensação quando Kate apareceu no Coachela Festival, em 2006, calçando um modelo da marca Hunter. A partir daí a galocha ganhou o pé dos antenados e outras celebridades.

Onde encontrar

Melissa

Farm

Cosse

Follow us!

14 jun

O que você está fazendo? Esta é a pergunta a ser respondida por quem te segue no Twitter, a nova mania online. O Twitter é um microblog em que você segue algumas pessoas e é seguido também. Os posts do Twitter tem até 140 caracteres. Portanto, seja breve ao contar o que você está fazendo…

Há quem abuse do serviço e “twitta” a cada minuto: “Estou indo ao banheiro”, “Vou ali ver o que tem na geladeira”, e outras coisas que não merecem entrar para a posteridade. Além de ser uma falta de etiqueta, banaliza o serviço que pode trazer muitos serviços interessantes e úteis. Alguns sites usam o serviço para postar links de novas matérias, chamar os leitores para promoções e dar as últimas novidades do momento. Você pode até postar no seu Twitter por meio do celular e mensagem SMS.

Gostou? É muito simples fazer um: entre na página do Twitter. Faça sua conta, encontre amigos e siga-os. Por enquanto, o site está disponível só em inglês.

Siga o Sem Frescura !

Mocinho na elegância e bandido na saúde

14 jun

SXC

Para que o salto não te prejudique, o ideal é intercalar os altos e os baixos, assim o pé não se acostuma

Em nome da elegância – leia-se também: alguns centímetros a mais -, muitas mulheres não dispensam o salto alto por nada. Mas às vezes podemos escolher calçados errados e, por conta disso, acabar adquirindo joanetes, dores na coluna, calos, deformidades nos pés e outros problemas. Segundo o Instituto de Ortopedia e Saúde, o salto alto muda a acomodação dos pés porque altera a maneira como as mulheres pisam. Existe, ainda, dificuldade na flexão da ponta do pé, o que prejudica a circulação e facilita a aparição de varizes.

Ainda de acordo com o Instituto, 90% das deformidades na ponta dos pés são causadas pelo uso freqüente de calçados inadequados, sejam eles apertados, pequenos para o seu número ou saltos altíssimos. O que acontece é que o salto alto aumenta a pressão no dedão e no segundo dedo, deformando essas articulações. “Uma outra conseqüência desse tipo de calçado é que pode encurtar a musculatura da perna e aumentar a incidência de entorses”, explica o ortopedista, especialista em coluna vertebral, Fábio Ravaglia.

Mas não precisa abandonar o salto de vez. O ortopedista dá a dica de intercalar saltos mais baixos e altos durante a semana para que os pés não se acostumem a um tipo de calçado só. Dentre vários os tipos de salto o pior vilão para a saúde dos pés é o salto agulha, pois ele encurta o músculo da panturrilha. “O agulha eleva muito o calcanhar. O salto muito fino faz com que o peso do corpo fique todo concentrado na parte da frente do pé, causando dor e problemas na coluna”, explica.

A boa notícia para mulheres adeptas aos centímetros a mais é que uma pesquisa realizada pelo cientista e cirurgião vascular João Portério Filho, é que o salto alto pode fazer bem a saúde. A tese foi confirmada graças a uma nova análise para medir pressão das veias das pernas. Por meio desse exame, feito com mulheres que usavam saltos de 7 a 10 centímetros, foi constatado que o uso de salto diminui a pressão nas veias, melhorando a circulação do sangue, impedindo o inchaço.


Tem esmalte no joystick

14 jun

Carolina Almeida

Cada vez mais, as meninas viram fãs de videogames. Só na Coréia elas representam 69% dos consumidores

Tíbia, Muonline, Wyd, Ragnaroc… Algumas estão se perguntando que diabos de língua é essa. Já outras, sabem perfeitamente do que estamos falando. Já foi o tempo que apenas os meninos passavam o dia se divertindo com videogames. Muitas meninas deixaram as bonecas de lado e foram ver por quais motivos eles passam horas e horas com o joystick na mão. A maioria que se aventurou, não largou mais. O Sem Frescura perguntou num fórum on-line: “Meninas que jogam videogame: por que vocês gostam tanto?” A maioria disse gostar porque relaxa: “Eu amo jogar porque me esqueço de problemas, preocupações. Quando eu jogo, me coloco inteiramente no jogo, esqueço o mundo”, diz uma participante do fórum que se identificou como Nessinha.

E engana-se quem acha que essas meninas curtem só jogos fofos, cheios de bichinhos meigos. Os E elesjogos de estratégia estão entre os preferidos delas, que citam Resident Evil, Sonic, Mario e até o futebolístico Fifa 08. Os RPGs (jogos em que as pessoas interpretam personagens) e os MMORPGs (jogos de interpretação de personagem on-line e em massa para múltiplos jogadores) estão cheios de mulheres que mandam muito bem, inclusive naqueles que exigem que o jogador seja um ótimo estrategista.

Menina respeitada em meio a tantos consoles como Nintendo Wii, Playstations I, II e III, X-Box, fora os jogos on line, está Milena Wiek, de 23 anos. A paixão começou ainda criança, quando jogava com o tio. Ela conta que já teve vergonha de assumir que era uma menina que jogava. “Era escondido… imagina que mico seria saberem que eu, uma moça, gostava de videogame???”. Quando ela cresceu, foi trabalhar numa revista de games – olha o destino – e conheceu seu marido,”um legítimo nerd”, campeão de Winning Eleven, redator de revista de videogame e consultor de computadores para os amigos. Ela ainda não tem filhos – “a coelha Judy, um X360, um Wii, um PS2, um DS e um PSP”, além do seu blog, o Menina que Joga.

Mercado de olho nelas

Os fabricantes já se deram conta de que existe muita mulher nos games. De acordo com um relatório produzido pela Elspa (entidade britânica que representa a indústria de jogos), o público feminino está cada vez mais interessado em videogames. Na Coréia do Sul, as meninas são 69% do público consumidor de jogos eletrônicos. Gigantes do setor, como a Nintendo, já desenvolvem jogos especiais para este segmento de mercado. Uma pesquisa realizada pela Entertainment Software Association apontou que 38% dos gamers americanos são mulheres. A pesquisa ainda mostrou o perfil dessas jogadoras, elas gostam de jogos casuais, jogam em média uma hora por dia, gostam de jogar em portáteis e de jogos sociais

Além de já existirem personagens com características femininas, há diversos jogos que foram criados para elas. O mais recente deles é o Hello Kitty On Line, um MMORPG em que a charmosa gatinha da Sanrio interage com os players, num mundo totalmente fofo. E o melhor: é grátis pode ser baixado no site. O jogo é grátis e pode ser baixado pelo site Hello Kitty. Mas se você acha que é muito “fru-fru”, a heroína Lara Croft, de Tomb Raider, é adrenalina garantida na sua tela.