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Desça do salto já!

14 jun

GAP/divulgação

A GAP entrou na onda da sapatilha jeans, essa custa U$ 39,50

Confortáveis e versáteis, elas vão à faculdade, ao trabalho e até para a balada. Na correria do dia-a-dia, as sapatilhas são uma boa opção para quem quer ir para lá e para cá com muito estilo e sem castigar os pés. Elas viraram febre nas últimas estações, provando que não é preciso andar de salto alto para ficar elegante. O estilo “bonequinha de luxo”, de Audrey Hepburn, é copiado em todas as últimas estações, inclusive suas sapatilhas da marca Capézio, antes destinadas às bailarinas, a diva dos cinemas ajudou a popularizar. Até mesmo o estilista Karl Lagerfeld as usou no último desfile da Chanel. Quer prova maior de que elas vieram mesmo para ficar?

O mercado calçadista já se deu conta disso e lançou inúmeros modelos, para todos os gostos: de tecido, de couro, de plástico, bordadas, estampadas… O engenheiro de calçados Valdir Cavedini aposta que materiais como o jeans será empregado nas sapatilhas, dando-lhes mais versatilidade e conforto. “O jeans combina com tudo. As novas versões de sapatilhas vão usar muito o material, que virá bordado com miçangas, lantejoulas, com aplicação de estampas”. Outra tendência que ele destaca é o processo de lavagem do couro, que deverá vir mais manchado, com aplicações de bijuterias e uma gama inesgotável de cores. Um saltinho bem pequeno nas sapatilhas deverá aparecer em diversos modelos, “para quem ainda não se acostumou a andar bem rente ao chão”, diz Cavedini.

Para quem quer comprar uma sapatilha agora e que ela esteja atual ainda no verão, aposte no estilo greco-romano, que deve continuar forte. Os “gladiadores” não pouparão nem as delicadas sapatilhas, assim como as sandálias baixas. Portanto, abuse de modelos com aberturas na frente, à là peep toe, e nos calcanhares. Amarrações nos tornozelos e nas pernas serão tendências fortes. Invista também em cetim, couros diferenciados e com muitos detalhes. Modelos “pocket” prometem não sair da bolsa de nenhuma mulher, uma praticidade a mais da super sapatilha.

Para ver e comprar:

Arezzo

Melissa

Schutz

Via Marte


Cegonha só daqui há uns anos

14 jun

SXC

A camisinha é o único método contraceptivo que previne também as DST’s

Para evitar a chegada não planejada de um bebê, as mulheres têm inúmeras maneiras de se prevenir. São tantas que bate aquela dúvida. Mas qual seria o método ideal? Com medo de uma gravidez indesejada, algumas mulheres optam por usar vários métodos contraceptivos ao mesmo tempo.

O ginecologista da Associação de Ginecologia e Obstetrícia de Belo Horizonte, Bruno Mutti, alerta sobre os perigos desse uso indiscriminado, pois pode acarretar em uma overdose de hormônios. “A combinação de métodos contraceptivos não garante maior proteção e pode ocasionar efeitos colaterais, como fortes dores de cabeça, sangramentos e o risco de trombose”.

O uso de um método contraceptivo não é apenas uma questão de escolha. O seu médico é a melhor pessoa para decidir qual método deve utilizar. Conheça um pouco sobre alguns métodos:

Pílula

As pílulas, por exemplo, além de evitar a gravidez, também podem auxiliar o tratamento de endometriose, ovários policísticos, cólica menstrual e a inconveniente TPM. Existem vários tipos de pílulas, que variam a quantidade de hormônios, pois cada mulher necessita de uma quantidade diferente do medicamento.

DIU

O Dispositivo Intra Uterino, ou simplesmente DIU, também é tão eficiente quanto as pílulas. O dispositivo é uma pequena peça de plástico recoberta com cobre que é colocado dentro do útero, que destroem os espermatozóides impedindo, portanto a fecundação. Os mais modernos duram de 5 a 10 anos no organismo da mulher. Este método não é indicado para mulheres que ainda não tiveram filhos, pois segundo especialistas, podem causar desconforto, como cólicas menstruais.

Contraceptivos injetáveis

A injeção de hormônios (parecidos com o da pílula) é aplicada mensalmente ou a cada três meses. A vantagem é que você não tem que ficar lembrando de toma-la todos os dias.

Adesivos

A vantagem do adesivo é que como os hormônios são absorvidos pela derme, eles não sobrecarregam o fígado, como geralmente ocorre com os medicamentos orais.

Camisinha

Dentre tantos métodos a camisinha é o único que protege contra as doenças sexualmente transmissíveis como HPV’s, herpes e Aids. Portanto, previna-se!

Intercâmbio: viagem, trabalho, estudo e diversão

13 jun

Arquivo pessoal

Mais do que aperfiçoar o inglês, Mariana ficou mais autonoma depois da viagem para os EUA

Imagine só fazer uma viagem para o exterior. Conhecer outra cultura, outra paisagem, outras pessoas, treinar o inglês e até ganhar dinheiro. Gostou da idéia? Então, que tal pensar em fazer um intercâmbio educacional? Alguns estudantes brasileiros, em todos os níveis de formação, viajam para o exterior em busca de uma formação diferenciada. Os estudantes do ensino médio geralmente recorrem às agências particulares de intercâmbio. Já quem está na faculdade ou faz pós-graduação, mestrado ou doutorado, procura viajar pelos convênios oferecidos pelas próprias faculdades.

A estudante Mariana Barros voltou recentemente da Califórnia, nos EUA. Ela que já havia morado por lá durante seis meses, sentiu a necessidade de voltar e treinar o inglês. Além de retornar ao Brasil com um ótimo nível de conversação, ela destaca um aprendizado que vai muito além do idioma. “O objetivo do intercâmbio, além de praticar mais o meu inglês, era viajar com os meus amigos e ter a experiência de morar só e me tornar mais independente. Cresci muito e aprendi a me virar sozinha”.

Alguns programas oferecem a possibilidade do intercambista trabalhar. “No programa Au Pair, por exemplo, meninas de 18 a 24 anos trabalham como babás. Outros planos dão a oportunidade de estudar, além do idioma, outros cursos e pós-graduações e especializações”, explica Natália Viganó, da IE Intercâmbio. Inicialmente, os estudantes de intercâmbio ficam hospedados em casas de famílias, que cobram taxas bem mais baratas que os hotéis. As agências de intercâmbio geralmente negociam os preços. “Há outras cobranças, como taxa de matrícula na instituição de ensino e plano de saúde obrigatório. As passagens e a taxa de embarque são por conta do estudante”, acrescenta Natália.

Quando há convênios com faculdades, o estudante pode fazer matérias equivalentes na outra instituição de ensino do exterior. Nesse caso, é melhor verificar direitinho como funciona esse programa dentro da sua instituição. Outra possibilidade é fazer um estágio no exterior, o que conta positivamente em qualquer currículo. Mas atenção: nem sempre são remunerados. Já os Jobs são programas em que o estudante já vai com emprego garantido durante as férias universitárias. Avalie qual é a melhor opção e embarque nessa!

Requisitos

Alguns programas de intercâmbio exigem do candidato alguma experiência: no caso do Au Pair, por exemplo, as meninas já dever ter tido experiência em cuidar de crianças e ter carteira de habilitação. Outros, como as vagas para estagiários e trainees, exigem um bom nível de conversação além de um largo conhecimento cultural e da área de atuação. Quer saber um pouco mais? A Universia dá orientações super interessantes para quem vai fazer intercâmbio, além de manter o estudante interessado informado sobre as novidades do setor.


Tudo começa na primeira tragada

13 jun

SXC

Apenas 3% dos fumantes conseguem se livrar do vício

Todo ano, mais precisamente no dia 31 de maio, a Organização Mundial de Saúde (OMS) celebra o Dia Mundial sem Tabaco. Nessa data os países membros da Organização realizam atividades contra o tabagismo. No Brasil é o Ministério da Saúde, por meio do Instituto Nacional do Câncer (INCA), quem coordena a campanha. Segundo o INCA, 90% dos fumantes começaram com o vício antes dos 19 anos.

Veja os malefícios que o cigarro causa no seu organismo:

1º Cigarro: quando você fuma pela primeira vez, a nicotina chega ao cérebro imediatamente, causando bem-estar e prazer. Os músculos ficam relaxados e os batimentos cardíacos aumentam. Esse efeito dura cerca de uma hora, mas quando ele passa, o seu organismo pede mais nicotina.

3 meses: você já é dependente. O seu corpo precisa da nicotina para funcionar bem, nessa fase o organismo apresenta mais sintomas: os dentes começam a amarelar e o fôlego diminui consideravelmente.

5 anos: a nicotina estimula a produção de receptores no cérebro. Ou seja, quanto mais receptores, mais nicotina o seu organismo vai pedir, tornando um ciclo vicioso.

Segundo o Ministério da Saúde, os fumantes correm risco (em comparação aos não fumantes):

- 10 vezes maior de desenvolver câncer de pulmão

- 5 vezes maior de sofrer infarto, bronquite crônica e enfisema pulmonar

- 2 vezes mais de sofrer derrame cerebral

O Ministério ainda alerta que apenas 3% dos fumantes conseguem largar o vício. Mas até conseguir, ele faz uma média de cinco tentativas. Se você parar de fumar agora, veja o que pode acontecer:

20 minutos: a pressão sangüínea e a pulsação voltam ao normal.

8 horas: o nível de oxigênio no sangue é normalizado e o sistema circulatório começa a se recuperar.

3º dia: você começa a recuperar o paladar e o olfato.

4º dia: o cérebro começa a sentir falta da nicotina e pede por ela. É aqui que começa a crise de abstinência. O nervosismo fica à flor da pele, mas não se deixe vencer, pois apenas uma tragada trás o vício de volta.

1 ano: os riscos de doenças cardíacas cai pela metade.

5 a 10 anos: o risco de sofrer infarto ou derrame é igual ao de quem nunca fumou. As chances de desenvolver algum tipo de câncer caem pela metade.