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Investindo em nós mesmas

4 out

Participei de um evento no Mercure Lourdes nos dias 20 e 21 de setembro, chamado Salto Alto Negócios 2011″. Direcionado as mulheres empreendedoras mineiras, houve várias palestras interessantes, e cada uma trouxe um pouquinho de reflexão que divido com vocês:

  • Investimento profissional: independente da área de atuação, todas temos um talento únicoele deve ser explorado.

  • Vida saudável: a palestra da atriz Patricia Travassos abordou a qualidade de vida. Segundo ela, a qualidade de vida começa de dentro da gente, como se fosse um processo de consciência e observação do que fazemos conosco e que somos responsáveis pelo nosso eu interno e podemos escolher como reagir aos eventos externos, aqueles que s não temos controle.
  • Xô, estresse: ela falou também da importância da quebra de ciclos viciosos como o estresse, nervosismo e ansiedade. O rompimento desses ciclos proporciona o fluir de energias, que gera mais criatividade e inteligência.
  • Inspira, respira!: o ato de respirar tomou destaque nessa quebra, assim como a  necessidade como comer chocolate, por exemplo, que deveria ser feita de forma única. Se fizermos somente aquilo que desejamos concentradamente, não teríamos tanta necessidade de repeti-los com muita frequencia.

O mais legal é que a palestra lembrou muito bem que somos mais do que imaginamos e que pertencemos a uma galáxia enooormeeee. E mais:  somos apenas um ponto na via láctea, assim como nossos problemas.

Um pouco sobre elegância…
(parte 1)

13 jun

O post de hoje foi uma ideia do meu marido, quando relembrávamos uma recente viagem a Paris. Estive há um mês passeando pela capital da moda, viagem de quarta lua de mel e realização de um sonho… Confesso que além de toda a grandiosidade cultural que encontramos a cada esquina, a elegância dos parisienses nos chamou muita atenção. Não pelo uso de roupas conceituadas como Chanel, Marc Jacobs, Jonh Galliano, Louis Vuitton, e sim pela composição de simples peças de roupas agregadas a um comportamento educadíssimo e de muito bom senso. Cada gesto, cada andar, cada olhar e fala era minuciosamente analisados e nos fascinava, porque trazia grande bagagem cultural totalmente diferente da que possuímos.

O parisiense usa a moda a seu favor. Não cultua o consumismo desenfreado e sabe que cada peça que compõe seu guarda-roupa deve ser comprada de forma inteligente de modo que possa ser usada com várias combinações. O cuidado com a imagem é inerente ao seu modo de vida, mas com muito bom senso. A mulher parisiense aposta em saias, vestidos e lenços para valorizar uma imagem feminina e comprometida, seja qual for a estação. Já o homem parisiense aposta no sapato, jeans de corte reto, camisa social e blazer. Todos os looks são compostos por roupas simples, mas de um bom corte e tecido, de forma que elas durem e sejam utilizadas em qualquer estação.

O parisiense se preocupa com o lixo e com a poluição, incentiva a reciclagem e o uso de bicicletas. A sustentabilidade faz parte da sua elegância. Assim como atos primórdios de etiquetas, dar passagem, pedir licença, não jogar lixo na rua e de falar no tom que todos possam escutá-lo e também se posicionarem.

A elegância não se limita à vestimenta, ela traz a harmonia de uma boa imagem descrita nos gestos, falas, roupa e comportamento. Por isso devemos nos atentar àquilo que nos soma de forma simples e sem ônus, basta pensarmos em composições simples, porém harmônicas com seu tipo de pele e corpo, com sua idade e com a imagem que quer transparecer.

Este é um assunto de muitas ponderações que continuarei a fazer no próximo post. Até Breve!

20 segundos, apenas

26 mai

É  muito importante cuidar da imagem nos dias de hoje. Os primeiros 20 segundos de convivência com alguém são decisivos. É que nesse espacinho de tempo já estamos avaliando e sendo avaliados em relação à classe social, situação financeira, personalidade, histórico e nível de sucesso.  Essas informações são transmitidas por meio do corte, cor e hidratação de nossos cabelos e pele, na roupa, postura, comportamento, fala e até nos cuidados com nossos calçados.

O tempo que dedicamos à nossa pele, cabelo e na hora de comprar uma roupa é precioso e revela o cuidado que temos conosco e com a nossa perspectiva de vida. Não podemos deixar que a correria absorva nosso tempo de dedicação a nós mesmas, seja no momento de vestir-se, seja no dia de definir um corte e coloração de acordo com sua cor e estilo.

É daí que vem a importância da boa imagem pessoal: saber qual mensagem estamos transmitindo: essa imagem reflete o que somos, nossa personalidade, nossos objetivos e, mais importante ainda, o que realmente queremos mostrar aos outros.

A dica é, cuide de você e daquilo que você deseja para você! Cuide da sua imagem!

E vocês, estão transmitindo a imagem que gostariam de passar?

Mas eu me mordo de ciúmes

3 dez

SXC

Brigas e mais brigas. Para lidar com o ciúmes, o autoconhecimento é essencial

Sócrates se referia a esse sentimento universal como “a dor da alma”.  Shakespeare o chamava de “O monstro de olhos verdes”. Nos anos 70, Jane e Herondy o apontavam como o principal motivo do afastamento de um casal. Nos anos 80, o Ultraje a Rigor se mordiam por causa dele. Reginaldo Rossi, hoje, já nem se abala: vai direto para uma mesa de bar! Mas a verdade é que não existe quem nunca teve uma pontinha de ciúmes.

Verdade seja dita, no início do namoro é até gostoso saber que estamos sendo alvo de ciúmes e que alguém sente a nossa falta, mas com o passar do tempo as coisas podem piorar, e muito.

A jornalista Fernanda Viana*, 22 anos, conheceu Cláudio Silva, 21, há mais ou menos quatro anos. Durante muito tempo, o ciúme do namorado era visto como uma forma de atenção, mas aos poucos o sentimento foi crescendo, a ponto de privá-la de atividades do dia a dia. “Não posso ir para casa de uma amiga que é motivo de brigas e mais brigas, gostaria de fazer academia, mas ele fala que todos os homens vão mexer comigo”, desabafa Fernanda.

Começaram assim as cobranças e as brigas. A vida do casal foi se transformando num verdadeiro pé de guerra. Cláudio acusa Fernanda de infidelidade. E Fernanda não agüenta mais o ciúmes de Cláudio, qualquer olhar, qualquer atitude  já é motivo de sofrimento.

Existe a hora de pedir ajuda

De acordo com a psicóloga Bruna Cabral o ciúme quando se torna patológico é altamente destrutivo, pois tende a prejudicar em muito os envolvidos. “O grau de prejuízos causados é um bom sinal para alertar quando o sentimento excede o limite razoável dentro de uma relação”, explica a psicóloga.

Nesse caso, segundo a psicóloga, a indicação é uma terapia que favorece o autoconhecimento e, portanto, a maior percepção de como funcionamos para podermos promover mudanças e comportamentos saudáveis, lidar melhor com as emoções de forma a usar esta energia de um modo mais adequado.