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Bienvenue, France: A moda na programação do Ano da França no Brasil

13 abr

divulgação
croquis-de-desdemona-de-christian-lacroix3Além de figurinos, também estarão expostos croquis, na mostra Trajes de Cena, de Christian Lacroix

Os fashionistas que se preparem: o Ano da França no Brasil vai ter uma programação imperdível, inclusive na área de moda. Do dia 21 de abril até dia 15 de novembro, as manifestações culturais francesas serão divulgadas nas principais cidades brasileiras, como Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Belo Horizonte e Curitiba.


Christian Lacroix – Trajes de Cena
O que? Com cerca de 100 figurinos e 60 croquis, além de fotografias e vídeos, do estilista Christian Lacroix produzidas para espetáculos de balés, óperas e peças teatrais, como: “Fedra”, de Racine, para a Comédie-Française; “Cosi fan tutte”, de Mozart, para Théâtre de La Monnaie; “Carmen”, de Bizet, criada para Arène de Nîmes e “Sherazade”, ballet de Blanca Li, para a Opéra National.
Quando? 23 de agosto a 8 de de outubro
Onde? Museu de Arte Brasileira, na FAAP (rua Alagoas, 903, Higienópolis, São Paulo)


Passion-Paixão
O que?
Passion – Paixão é o tema da próxima edição do São Paulo Fashion Week. Dentre as atrações, o lançamento da versão portuguesa do “Histoires de La Mode”, de Didier Grumbach, presidente da Federação Francesa da Costura, do Prêt-à-Porter, dos Costureiros e dos Criadores de Moda
Quando? 17 a 23 de junho
Onde? Bienal do Ibirapuera (avenida Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 3, Parque do Ibirapuera, São Paulo)


Uma Viagem Extraordinária
O que? A mostra reúne looks de coleções do estilista Yves Saint Laurent inspiradas na cultura de diversos países. Acessórios, fotos, vídeos e croquis também fazem parte da exposição.
Quando? 25 de maio a 20 de julho
Onde? Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (rua Primeiro de Março, 66, centro, Rio de Janeiro)


Moda Creole: Identidade e tradições
O que? As semelhanças culturais, sociais e históricas entre o Brasil, a Martinica, Guadalupe e a Guiana serão explorados na programação chamada de “França Diversa”. Uma equipe de designers da Martinica farão oficinas ao longo do ano e, para finalizar o projeto, um grande desfile da moda creole.
Quando? 14 a 20 de abril: oficina entre estilistas martinicanos e brasileiros.
10 a 15 de novembro: exposição sobre a moda creole, show room e desfile de moda.
Onde? Casa do Benin (rua Padre Agostinho, 17, Pelourinho, Salvador)


Meias Órfãs
O que? As meias sem par agora tem um destino: o projeto “Meias Órfãs”. Nele, alunos da Escola Internacional de Moda (Esmod) em parceria com a Prefeitura de Paris transformam meias em moda contemporânea. A designer franco-brasileira Márcia de Carvalho irá coordenar o trabalho em comunidades que produzem artesanato em Alagoas. Como resultado da residência o projeto contará com uma exposição das obras, publicação de catálogo e documentário em vídeo, narrando o percurso do projeto, desde seu início na França.
O local e a data da exposição ainda não foram definidos.

A programação completa aqui!

Para os seus pés

26 mar

Elas têm o título de indispensável no vestuário de qualquer mulher, principalmente quando a temperatura cai alguns graus. Práticas e femininas, as botas entram em ação (arrasando) em mais um inverno.

De couro, camurça, plástico, cano alto, cano baixo, com ou sem detalhes: tem para todos os gostos e estilos: ankle-boot (cano curtinho), country, folk, over-knees (canos longuíssimos), galochas. Mas o que vale mesmo é deixar seus queridos pés quentinhos e protegidos neste inverno.

botasdoc


Melissa

Via Uno

Arezzo

Do tamanho exato (para algumas)

1 nov

Chanel/divulgação

O clássico da Chanel voltou com tudo para a temporada das bolsas médias

Abro a bolsa e me perco no meio de tanta coisa. Batom, necessaire, carregador de celular, telefone, carteira, sombrinha, óculos de sol, porta-lápis, iPod,… ufa, haja espaço pra tanta coisa! Quem é adepta das maxi bolsas vive exatamente assim: carrega o mundo consigo, pra cima e pra baixo. Nas últimas estações elas foram o último grito da moda, ganharam as passarelas nos desfiles de marcas consagradas e foram compradas aos monte, principalmente pelas mulheres modernas, que passam o dia fora de casa e precisam ter tudo à mão.

Mas se depender dos estilistas, as maxi bolsas estão definitivamente fora do guarda-roupas das mulheres. As top tops Chanel, Balenciaga, Louis Vuitton, Gucci, Armani desfilaram bolsas bem menores. Do tamanho médio, clássicos da Chanel voltaram com tudo, no melhor estilo couro com correntes de metal. Nas semanas de moda brasileiras, Tufi Duek, Animale, 2nd Floor, Carlota Joakina, Osklen, Juliana Jabour, Giulia Borges, Homem de Barro, Eliza Conde e Santa Ephigênia também desfilaram suas versões nada maxi.

A volta das bolsas a tira-colo e carteiras de mão deixam a mulher mais elegante. Mas lá cabe apenas o necessário: o mínimo de maquiagem, chave, celular, carteira e só. As fãs das maxi bolsas já decretaram que não conseguem mais viver sem elas. “É muita coisa pra carregar. Prefiro colocar tudo numa bolsa só do que levar um monte de bolsas, pastas”, diz a estudante Maria Fernanda Souza. Ela, que trabalha durante o dia e estuda à noite, carrega livros, maquiagem e até roupa dentro da bolsa. “Não tem como deixar nada em casa. Preciso de tudo o dia todo. Então, fora de cogitação adotar uma bolsa média”, decreta.

O que vai pegar

Clássicos da Chanel são sempre bem vindos. A mais copiada é o modelo 2.55, com mais de 50 anos, tem as alças feitas de correntes, o couro em detalhes de matelassê e 24 cm de largura. Só. As carteiras de mão também estarão fortes na próxima estação. E cores, muitas cores, vão colorir as bolsas, principalmente azul turquesa e verde. Então, se você puder, faça um exercício de desapego e minimalismo e se jogue nas médias!



De olho grande nos óculos escuros

14 jun

SXC
Antes de comprar os óculos, é importante verificar se eles possuem os fatores de proteção

Grandes, coloridos e cheios de atitude. É assim que a moda dos maxi óculos escuros se traduz. O acessório – que antes servia apenas para proteger os olhos dos raios ultravioleta – agora compõe o look da mulherada que não tem medo de se esconder atrás das lentes. Durante a década de 30, estilistas como Edith Head (também trabalhou como figurinista em filmes produzidos em Hollywood) e Gilbert Adrian, aderiram os apetrechos a suas coleções. Desde então, os óculos ganharam novos contornos, volumes e preços.

De acordo com o consultor de imagem pessoal, Eduardo Carvalho, os modelos grandes não caem bem em qualquer rosto. “Quem tem o queixo mais estreito e o rosto miúdo não deve usar óculos grandes”, explica. Ele destaca que as lentes e as armações se tornaram também um acessório, e que para combiná-las, é preciso observar o conjunto, para não cair no exagero. O consultor ensina que antes de escolher os óculos é necessário perceber os detalhes do seu look, para poder destacar as lentes over sizes.

O especialista em óculos, Francisco Ventura alerta aos fãs de óculos que não se deve cair na tentação do preço, é importante lembrar que é necessário certificar dos padrões de qualidade das lentes. “A pessoa tem que ter a consciência de proteger os olhos. Do mesmo jeito que ela usa protetor solar na praia, os óculos tem que ter qualidade ótica”, diz. E lembra também que não podemos ser vítimas da moda. A personalidade tem que falar mais alto na hora da compra.

Óculos certo para a pessoa certa

Que os óculos over sizes estão na moda é um fato, mas escolher os óculos certos para usar é “outros quinhentos”. A aposta no modelo correto pode comprometer todo o visual e ainda incrementar o look. Para que as lentes fiquem bem em qualquer pessoa existem alguns pontos que devem ser levados em conta antes de comprar o acessório: a altura das sobrancelhas e o nariz, o formato dos óculos, a tonalidade da pele e a estatura da pessoa que aposta nos maxi óculos.

Os especialistas ensinam que quem possui nariz protuberante deve escolher óculos com a armadura de cor clara e com a ponte (aquele arco que se apóia no nariz mais baixa), pois os arcos de cores escuras ressaltam o nariz. Outro ponto que deve ser levada em conta são as sobrancelhas, por serem responsáveis pela expressão, elas não devem ficar escondidas por trás das lentes. As armações devem ficar cerca de 3 milímetros abaixo delas.

Tão importante quanto o formato dos óculos são as lentes. Cada cor traz consigo uma ocasião diferente, vale a pena ficar por dentro. As lentes marrons, pretas e cinzas são ótimas opções de cores para serem usadas durante o dia. Já as lentes de tons amarelados, azuis e vermelhas proporcionam mais conforto quando usadas durante a noite. O mais importante é escolher as lentes que trazem fatores de proteção UVA, UVB e UVC que protegem os olhos dos raios ultravioletas, catarata e do envelhecimento precoce.

Democracia em forma de calças

14 jun

Levis/divulgação

ALevis foi a pioneira na produção de calça jeans, hoje ela possui milhares de modelos em todo o mundo

Atire a primeira pedra quem não tem uma peça da velha e boa calça jeans no guarda-roupa. O jeans foi uma maneira criativa que o alemão Levi-Strauss teve para ganhar dinheiro. Ele começou a vender lona feita a partir deste material para operários das mineradoras da Califórnia fazerem tendas e cobrir carroças. As vendas do tecido caíram e Strauss teve que dar um jeito de acabar com o estoque. Em 1873, ele decidiu então fazer calças e macacões com o resto: sucesso garantido, pois o material resistente era ideal para as condições de trabalho na mina. Na década de 1950, os atores James Dean e Marlon Brando desvincularam o jeans da imagem dos mineradores, tornando-o um produto pop.

Atualmente o jeans é o ícone da moda mais democrático. Todos os dias surgem novos modelos, aplicações, cores e lavagens. O primeiro estilista a colocar uma peça em jeans na passarela foi Calvin Klein, na década de 70. A partir daí as calças jeans começaram a invadir as ruas. Mas nem todas as calças podem ser usadas por qualquer mulher, diz o consultor de imagem pessoal, Eduardo Carvalho.

Ele chama atenção às diferentes cores e texturas que o jeans pode ter. Dependendo do corpo da mulher, o jeans pode proporcionar diferentes resultados. A calça de cós baixo, por exemplo, desvaloriza a mulher brasileira, que tem os quadris largos. O consultor também enfatiza que tudo fica bem com um belo par de jeans, desde que se tenha senso crítico e estético. Antes de vestir a calça jeans, ele aconselha analisar o lugar onde está indo, quem estará no local e o que ela quer destacar.

Magrinhas X Gordinhas

O filme “Quatro Amigas e um Jeans Viajante” conta a história de quatro amigas adolescentes, que se conhecem desde a infância e pela primeira vez decidem passar as férias separadas. Pouco antes de viajarem, elas encontram um jeans e, apesar delas terem tipos físicos diferentes, a peça cabe em todas elas. Que bom seria se pudéssemos encontrar uma calça jeans mágica assim, não é? Se o seu problema é a famosa gordura fora do lugar ou a falta dela, Eduardo Carvalho tem as dicas.

Ele explica que as mulheres magras devem usar as calças menos ajustadas ao corpo, pois são as que ajudam a dar o efeito de pernas mais grossas. “Calças do tipo oversizes (de tamanho exagerado) e com algum tipo de detalhe criam a ilusão de volume, perfeito para mulheres magrinhas,” destaca. Ele completa que botões grandes, bolso faca (aqueles que compõem a calça na frente), e o bigode de gato (aquelas marcas horizontais na altura dos quadris), também são ótimos artifícios.

Já calças jeans escuras, sem detalhes e com bolsos discretos, são uma ótima opção para quem deseja disfarçar aquela gordurinha, pois alongam e afinam a silhueta. “O corte da calça deve ser reto e principalmente, o tecido deve conter elasticidade sem ser colado ao corpo” destaca o consultor. Ele também explica que as calças com detalhes de lavagem mais clara nas coxas dão a impressão de que são mais grossas ainda. Seja cheinha ou magrinha, o sucesso está na escolha certa para o seu tipo de corpo.


O sexo e a moda

14 jun

O sexo mais esperado pelos fashionistas finalmente chegou às telas. Longe uma modalidade de exibição pública, falo do filme que tem a moda como personagem principal: Sex and the city. Óbvio, mas necessário. Até mesmo porque a figura que interpreta a protagonista mais querida das mulheres loucas por vestidos – Sarah Jessica Parker – é também alvo de crítica de uma enorme parcela masculina heterossexual. Esse fato, por si só, nos leva a questões que rondam a moda contemporânea, assim como suas marcas profundas nas formas de sociabilidade. Vamos a elas:

Questão 1: A revista “Maxim”, de apelo bem “macho”, recheada de beldades curvilíneas em poses convidativas, elegeu nossa querida Carrie como a mulher menos sexy de todos os tempos. Invejada pelas mulheres (e exaltada pelas publicações especializadas que as atingem) e criticada pelos homens (naqueles veículos que exaltam testosterona), Parker se torna uma metáfora para idéia de moda de vanguarda: é lindo para os olhos – aqueles mais treinados -, mas incômodo para a grande maioria das pessoas. Como a moda, hoje mais do que nunca, pressupõe uma enorme dose de massificação, tudo aquilo que parece a frente demais do tempo presente incomoda. E o faz porque é diferente. É quase como se, ao contrário do mundo das artes, o design de moda não pudesse olhar para frente, redudando infinitamente a idéia de presente contínuo. O que nos leva ao ponto seguinte…

Questão 2: As mulheres a adoram (na verdade, adoram as produções da stylist Patricia Field) porque tudo parece possível naquele corpinho mignon. Couture encontra peças de liquidação na maior tranqüilidade, sapatos grifados dão vida a peças de brechó, bolsas insanas caem como uma luva. Funciona na vida estetizada em Nova Iorque, funciona no tapete vermelho. Mas e na vida comum da grande maioria das espectadoras? Lembremos que vestimo-nos para o olhar alheio. E que esse tipo de argumento nada tem a ver com uma submissão feminina. É mais complexo: uma vez que qualquer inscrição sobre o corpo comunica e para a comunicação é necessário, no mínimo, dois, a roupa está sobre a pele para dizer algo à mirada do outro. E é aí que a massificação entra novamente: a maioria das pessoas busca aceitação alheia. E parece que, para os não iniciados no mundinho fashion, o excesso de Mrs. Bradshaw soa como a mais agressiva feiúra. É como se a mesmice fosse desejável porque é segura. Triste, mas verdadeiro.

Para quem não tem medo da desaprovação, “O sexo e a cidade” é uma aula de estilo. Ou, na pior das hipóteses, uma enorme diversão.

Carla Mendonça é mestre e doutoranda em Comunicação Social, professora, membro do conselho editorial da revista Dobras e co-autora do livro “Moda e Corpo: por uma compreensão do contemporâneo”

Gata de botas (de borracha)

14 jun

Pucci/divulgação

Grifes de luxo, como a italiana Pucci, também entraram no ritmo das galochas

Elas fazem parte do uniforme de açougueiros, funcionários da limpeza e mineradores. E, nos anos 80, usávamos nos dias chuvosos. A galocha ganhou uma repaginada e voltou com tudo para inverno 2008. As novas botas de chuva são ultracoloridas e estampadas. O sucesso é tanto que grifes de luxo como Burberry, Gucci e Marc Jacobs calçaram a tendência. No Brasil várias marcas também entraram no ritmo lançando modelos. A Melissa aposta nos tons mais sóbrios, típicos do inverno. A Cosse tem modelos listrados, bicolores e com estampa de pele animal. A Farm fez uma parceria com a Sete Léguas, produtora de galochas profissionais há 40 anos, e lançou estampas psicodélicas.

Mas antes de compor o seu look, lembre-se: é preciso ser cautelosa para não estragar a produção. “O brilho e a cor da galocha podem brigar com a roupa”, alerta a consultora de moda Júlia Moraes. “Para não se arriscar, uma saída é usar peças lisas e menos coloridas”, completa. A consultora sugere combina-las com calça skinny ( colada da cintura até o tornozelo) ou com legging. Saias, shorts, macaquinhos e vestidos também são bem-vindos. Vale usar de dia, de noite, com ou sem chuva.

A culpada por esse retorno é da modelo Kate Moss. A rainboot virou sensação quando Kate apareceu no Coachela Festival, em 2006, calçando um modelo da marca Hunter. A partir daí a galocha ganhou o pé dos antenados e outras celebridades.

Onde encontrar

Melissa

Farm

Cosse

Desça do salto já!

14 jun

GAP/divulgação

A GAP entrou na onda da sapatilha jeans, essa custa U$ 39,50

Confortáveis e versáteis, elas vão à faculdade, ao trabalho e até para a balada. Na correria do dia-a-dia, as sapatilhas são uma boa opção para quem quer ir para lá e para cá com muito estilo e sem castigar os pés. Elas viraram febre nas últimas estações, provando que não é preciso andar de salto alto para ficar elegante. O estilo “bonequinha de luxo”, de Audrey Hepburn, é copiado em todas as últimas estações, inclusive suas sapatilhas da marca Capézio, antes destinadas às bailarinas, a diva dos cinemas ajudou a popularizar. Até mesmo o estilista Karl Lagerfeld as usou no último desfile da Chanel. Quer prova maior de que elas vieram mesmo para ficar?

O mercado calçadista já se deu conta disso e lançou inúmeros modelos, para todos os gostos: de tecido, de couro, de plástico, bordadas, estampadas… O engenheiro de calçados Valdir Cavedini aposta que materiais como o jeans será empregado nas sapatilhas, dando-lhes mais versatilidade e conforto. “O jeans combina com tudo. As novas versões de sapatilhas vão usar muito o material, que virá bordado com miçangas, lantejoulas, com aplicação de estampas”. Outra tendência que ele destaca é o processo de lavagem do couro, que deverá vir mais manchado, com aplicações de bijuterias e uma gama inesgotável de cores. Um saltinho bem pequeno nas sapatilhas deverá aparecer em diversos modelos, “para quem ainda não se acostumou a andar bem rente ao chão”, diz Cavedini.

Para quem quer comprar uma sapatilha agora e que ela esteja atual ainda no verão, aposte no estilo greco-romano, que deve continuar forte. Os “gladiadores” não pouparão nem as delicadas sapatilhas, assim como as sandálias baixas. Portanto, abuse de modelos com aberturas na frente, à là peep toe, e nos calcanhares. Amarrações nos tornozelos e nas pernas serão tendências fortes. Invista também em cetim, couros diferenciados e com muitos detalhes. Modelos “pocket” prometem não sair da bolsa de nenhuma mulher, uma praticidade a mais da super sapatilha.

Para ver e comprar:

Arezzo

Melissa

Schutz

Via Marte